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sábado, 27 de fevereiro de 2016

Maquiné, 1946

Vejamos na imagem abaixo as moças do bloco "bailado", na semana da pátria do ano de 1945. As alunas são, provavelmente, alunas da Escola Estadual Langendonck, existente ainda hoje no centro da cidade.
Simplesmente sensacional!


Por Marcos Evaldt

Maquiné, 1945

Vejamos na foto abaixo o "pelotão da saúde", no desfile de 7 de setembro do ano. Os alunos são, provavelmente, da Escola Estadual Langendonck, existente ainda hoje no centro da cidade.
Simplesmente sensacional!

Por Marcos Evaldt

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Osório, 1964

SENSACIONAL! Olimpíadas da Escola Rural. Registro simplesmente fantástico.
Fotografia encontrada no Centro Cultural José do Patrocínio, em Osório.


Por Marcos Evaldt

Osório, década de 50


Ônibus que fazia a linha Porto Alegre - Itati (está escrito no ônibus).
SENSACIONAL!

Fotografia encontrada no Centro Cultural José do Patrocínio, em Osório.


Por Marcos Evaldt

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

#Rousseau

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Por Marcos Evaldt

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

#Balman

Obra: Modernidade líquida
Autor: Zygmunt Bauman

"O tempo congelado da rotina de fábrica, junto com os tijolos e argamassa das paredes, imobilizava o capital tão eficientemente quanto o trabalho que este empregava. Tudo isso mudou, no entanto, com o advento do capitalismo de software e da modernidade 'leve'. O economista  da Sorbonne Daniel Cohen resume: 'Quem começa uma carreira na Microsoft não tem a mínima ideia de onde ela terminará. Quem começava na Ford ou na Renault podia estar quase certo de terminar no mesmo lugar'."

Por Marcos Evaldt

#Foucault

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Por Marcos Evaldt

#Foucault

Obra: Vigiar e punir: nascimento da prisão

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Por Marcos Evaldt

#Bauman

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Por Marcos Evaldt

#Bauman

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Por Marcos Evaldt

#Rousseau

Obra: Os devaneios do caminhante solitário

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Por Marcos Evaldt

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Competição em sala de aula

Uma dica interessante de aula para realizar com turmas de Ensino Fundamental (e por que não com o Ensino Médio) é aquela famosa “aula-competição”.  Geralmente dá muito certo.
É aconselhável fazê-la após a passagem dos conteúdos, como uma forma de revisão geral.  Na maioria das turmas em que esta aula é aplicada, os respectivos alunos sempre pedem mais e mais aulas da mesma forma. Mas é claro que devemos utilizar a competição como uma forma de estimular o corpo discente a estudar e fixar os conteúdos. Geralmente os alunos odeiam “perder” para os outros grupos.

REALIZANDO A COMPETIÇÃO: Divide-se a turma em 3 ou 4 grupos (depende do tamanho da turma e da competição). O professor leva para a aula perguntas objetivas, com 3 ou 4 alternativas a responder (A, B, C e D, por exemplo). No quadro, em slides, ou ditando, o professor passa somente as respostas. Vamos supôr que o professor de matemática elaborou a seguinte pergunta: “quanto é 2 + 2?”. No quadro, o professor escreverá o número da questão e as alternativas que podem ser a resposta desta pergunta. Cada grupo terá 4 plaquinhas (folha de ofício): A, B, C e D. Somente na hora que o professor disser “JÁ” os grupos podem erguer as plaquinhas com apenas uma resposta por grupo: um integrante do grupo fica encarregado de levantar a plaquinha.
Podem ser elaboradas várias regras pelo professor, como por exemplo a perda de pontos sancionada ao grupo que soprar (falar alto) a resposta. Nesta competição, o silêncio é um importante aliado para todos.

E é claro: o professor pode recompensar o grupo campeão com variados prêmios, desde chocolates até pontos no boletim.

Por Marcos Evaldt

Ecce Homo

Autor: Friedrich Nietzsche

“Ecce homo” — alusão à frase de Pilatos ao exibir o Cristo martirizado — é um escrito autobiográfico de 1888 em que Nietzsche, no período final de sua lucidez intermitente, examina as suas obras e, através delas, apresenta um novo ideal humano. Não só isso, mas, ao escolher títulos de capítulos como “Por que sou tão sábio”, “Por que sou tão sagaz”, “Por que escrevo tão bons livros”, apresenta a si mesmo como o protótipo de um novo homem.

Por Marcos Evaldt


Os devaneios do caminhante solitário


Autor: Jean-Jacques Rousseau.

Este testamento inacabado, publicado postumamente em 1782, combina o argumento filosófico com anedotas da própria vida e descrições poéticas de um homem que se sente afastado de todos. 'Os devaneios' é um retrato do filósofo, que encontra aqui espaço para analisar o passado e se defender dos críticos que o condenaram à solidão.


Por Marcos Evaldt

1984

Autor: George Orwell


Winston, herói de 1984, último romance de George Orwell, vive aprisionado na engrenagem totalitária de uma sociedade completamente dominada pelo Estado, onde tudo é feito coletivamente, mas cada qual vive sozinho. Ninguém escapa à vigilância do Grande Irmão, a mais famosa personificação literária de um poder cínico e cruel ao infinito, além de vazio de sentido histórico. De fato, a ideologia do Partido dominante em Oceânia não visa nada de coisa alguma para ninguém, no presente ou no futuro. O’Brien, hierarca do Partido, é quem explica a Winston que 'só nos interessa o poder em si. Nem riqueza, nem luxo, nem vida longa, nem felicidade - só o poder pelo poder, poder puro.'


Por Marcos Evaldt

A Genealogia da Moral


Autor: Friedrich Nietzsche

O autor Friedrich W. Nietzsche, questiona a verdade do existente, das ciências e a da metafísica, que se refere ao conjunto do existente. Mas a natureza desta verdade, não chega em Nietzsche a atingir uma perfeita claridade, ela permanece obscura na natureza da verdade da vida, na natureza da vontade de domínio e do eterno retorno. Ora, será que o autor, envolto nessa obscuridade da natureza da verdade não acaba aceitando a metafísica, ou será que chegou a superá-la?
É na busca da verdade de todas as coisas que Nietzsche esbarra na moral tradicional. Para ele o nível de uma moral se determina segundo o seu grau de verdade.


Por Marcos Evaldt

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

4 x 20



Agora querem fazer uma reforma na educação básica. Depois da reforma, a educação escolar terá uma Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Um dos temas mais polêmicos da reforma é quanto aos conteúdos de História (CLIQUE E ENTENDA). Por que a polêmica? Porque em uma primeira análise, querem deseuropeizar o ensino e, em contrapartida, nacionalizá-lo. Partindo disto, observou-se algumas coisas das quais, para muitos especialistas, não condizem com o "bom" ensino de História. Mas bem, não entrarei aqui de forma aprofundada nesta questão. Deixo claro, entretanto, que a polêmica desencadeou um debate nacional sobre as propostas e, convenhamos, isto é fundamental para o progresso educacional de nosso país. Quanto a isto estamos de parabéns. E Obviamente que os conteúdos serão comuns nacionalmente, porém, cada região pode adaptá-los a sua realidade, e esta possibilidade está inclusive na LDB.

Porém, acredito que a reforma educacional da qual trata-se e que está em discussão, está focada, não devemos esquecer, nos conteúdos a serem tratados em sala de aula (ou outro ambiente sugerido pelo corpo docente) com nossos alunos (crianças e adolescentes).Quanto a isto, fico pensando no sucesso alcançado pela reforma na construção cidadã daqueles alunos que vivem em uma sociedade  sem propostas de reforma. Uma sociedade carente de boas intenções governamentais e ao mesmo tempo campeã em pagamento de impostos que não possuem retorno algum. Enfatizo aqui não estar levantando nenhuma bandeira partidária, muito menos referindo-me ao governo atual. O problema é histórico (História, aquela disciplina que querem reformar). Fico aqui pensando na falta de propostas de reforma na qualificação do professorado, por exemplo. Penso também na falta de propostas que incentivem egressos da educação básica a serem educadores. Pergunto-me quais seriam os principais incentivos a estes egressos... Alcanço várias respostas que poderiam, perfeitamente, ser tema de debate também no Ministério da Educação.

A escola é fundamental na construção cidadã do aluno. Porém, de forma majoritária em nossas instituições, o aluno fica no máximo 4 horas por dia no ambiente escolar. Isto quer dizer que as outras 20 horas compete à família do educando um desempenho educacional de qualidade (creio não estar cometendo nenhum exagero).  Partindo disto, pergunto-me novamente sobre o que mais, e de fato, tem de ser reformado... 

E ai, de que forma podemos ajudar?

Por Marcos Evaldt

Modernidade Líquida


Autor: Zygmunt Bauman.

Zygmunt Bauman é um dos pensadores contemporâneos que mais têm produzido obras que refletem os tempos contemporâneos. Nascido na Polônia em 1925, o sociólogo atualmente, vive na Inglaterra.
Bauman define 'modernidade líquida' como um momento em que a sociabilidade humana experimenta uma transformação que pode ser sintetizada nos seguintes processos: a metamorfose do cidadão, sujeito de direitos, em indivíduo em busca de afirmação no espaço social; a passagem de estruturas de solidariedade coletiva para as de disputa e competição; o enfraquecimento dos sistemas de proteção estatal às intempéries da vida, gerando um permanente ambiente de incerteza; a colocação da responsabilidade por eventuais fracassos no plano individual; o fim da perspectiva do planejamento a longo prazo; e o divórcio e a iminente apartação total entre poder e política.



Por Marcos Evaldt

História da Sexualidade: a vontade de saber


Autor: Michel Foucault.

A sexualidade tem sido bruscamente censurada, reprimida pela sociedade, depois de ter vivido em liberdade de palavras e atos? Segundo Foucault, a sociedade capitalista não obrigou o sexo a esconder-se. Ao contrário, desde o século XVI e principalmente a partir do último século, o sexo foi incitado a se confessar, a se manifestar. É justamente o poder que nos convida a enunciar nossa sexualidade através das dieversas instituições e saberes, como peça essencial de uma estratégia de controle do indivíduo, e da população que é característica da sociedade moderna.


Por Marcos Evaldt

O Contrato Social

Autor: Jean-Jacques Rousseau

Este livro influenciou diretamente a Revolução Francesa e os rumos da história.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, 1996


Desfile de 7 de Setembro. Vemos perfilados e desfilando crianças, provavelmente da Escola Langendonck, representando os dois times com maior torcida no sul do país: Grêmio e Internacional.

Sensacional!


Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 80

Vejamos esta sensacional horta feita pelos alunos da Escola Langendonck na época. Escola esta localizada no centro do município de Maquiné. Os alunos, aparentemente, são de séries iniciais. EMOCIONANTE!


Por Marcos Evaldt

Maquiné, 1926


Olha que espetáculo! 

Segundo informações, trata-se de uma procissão religiosa na data. Observemos ao fundo, dois famosos morros existentes na cidade, e que dá o aspecto peculiar da localidade.

Fonte da imagem: Cristiane Rosa, professora na cidade de Maquiné.



Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 70


SENSACIONAL RECORDAÇÃO!

Time de futsal na quadra da extinta Escola Cenecista Maquiné, que ocupava o atual prédio da Prefeitura Municipal.
Vemos na imagem o time da familia Mansan. Jogavam uma pelada todo final de semana na quadra da escola. 

ESCALAÇÃO:
Em pé, da esq. para dir.: Geraldo Mansan, André Mansan e Deni Gonçalves.
Agachados, da esq. para dir.: Aldo Mansan e Celso Mansan.

Fornecedor do registro: Aldo Mansan, professor da Escola Langendonck, em Maquiné.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 80


Vejamos na imagem uma turma de séries iniciais, da Escola Langendonck, do centro de Maquiné, existente até os dias atuais. Aparentemente, a turma era comandada por uma professora dedicada aos ofícios religiosos católicos na função de freira.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 60


SIMPLESMENTE SENSACIONAL!

Vemos na imagem um time amador que jogava nos finais de semana no não mais existente Campo da Estação, dos funcionários da Fepagro, local que fica próximo ao balneário municipal. A pelada acontecia todo final de semana. Aldo Mansan, fornecedor do registro e presente na fotografia, dizia ser um baita goleador nesta época. 

ESCALAÇÃO DO TIME:
Em Pé, esq. para dir.: Lério Machado, Sergio Machado, Nivaldo Machado, Toninho Carvalho, Alfeu Boff, Milton Vidor.

Agachados, esq. para dir.: Daltro Girardi, Aldo Mansan, Leonel Mansan, Geraldo Mansan, Dalmo dos Santos.

Fotografia fornecida por Aldo Mansan, professor de Educação Física.



Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 80


Veja na imagem como era o centro da cidade na época. Veja ao fundo, onde hoje é a famosa loja Anita, que na época era a também hoje famosa Eletrobopsin. Ambas situam-se atualmente no centro da cidade.
Nesta fotografia, vemos crianças, provavelmente ajustando os últimos detalhes para o desfile cívico ou para a procissão de Corpus Christi. As crianças, provavelmente da Escola Langendonck, são coordenadas por uma professora, aparentemente freira da Igreja Católica. 


Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 80


REPAREM NOS CALÇÕEZINHOS ! 

Sensacional! Jogo disputado no centro da cidade, na oportunidade. Ao fundo, percebe-se um famoso morro que pode ser visto da região central de Maquiné. Pelo que se vê, é um torneio realizado, onde disputa-se uma partida de vôlei entre um time de vermelho e um time de branco. E este menino de azul observa atentamente. Interessante analisarmos as vestimentas típicas da época. Interessante registro.


Por marcos Evaldt

Maquiné, década de 70


Todos os anos, no dia primeiro do ano, ocorria o jogo entre Pinheiro x Mansan. 
O time da foto abaixo, da década de 70 é o do Mansan.

Escalação do time:
Em pé, da esquerda para a direita: Pedro Baluk, Tavinho Cecconello, Geraldo Mansan, Carlinhos Dalsotto, Zeca, Lério Machado, Cleoni Mansan, Heitor Mansan.

Agachados, da esquerda para a direita: Tavino Mansan, Celso Mansan, Cleodir Mansan, Aldo Mansan, Nivaldo Machado, Osvaldo Mansan.

Foto fornecida por Aldo Mansan, professor da escola Langendonck, de Maquiné.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, século XX (ano?)


SENSACIONAL REGISTRO!
Pedimos a contribuição de quem conhecer alguém no registro e souber o ano da fotografia.

O rio que margeia a cidade nos dias atuais, conhecido, infelizmente, como "rio morto" e que deságua no rio Tramandaí, era utilizado antigamente como porto, onde saíam e chegavam mercadorias. 
Na fotografia, vemos trabalhadores transportando uma trilhadeira. Observa-se, nas margens, que não existia construções ainda.

Fotografia fornecida por Edmar Mansan.


Por Marcos Evaldt