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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

4 x 20



Agora querem fazer uma reforma na educação básica. Depois da reforma, a educação escolar terá uma Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Um dos temas mais polêmicos da reforma é quanto aos conteúdos de História (CLIQUE E ENTENDA). Por que a polêmica? Porque em uma primeira análise, querem deseuropeizar o ensino e, em contrapartida, nacionalizá-lo. Partindo disto, observou-se algumas coisas das quais, para muitos especialistas, não condizem com o "bom" ensino de História. Mas bem, não entrarei aqui de forma aprofundada nesta questão. Deixo claro, entretanto, que a polêmica desencadeou um debate nacional sobre as propostas e, convenhamos, isto é fundamental para o progresso educacional de nosso país. Quanto a isto estamos de parabéns. E Obviamente que os conteúdos serão comuns nacionalmente, porém, cada região pode adaptá-los a sua realidade, e esta possibilidade está inclusive na LDB.

Porém, acredito que a reforma educacional da qual trata-se e que está em discussão, está focada, não devemos esquecer, nos conteúdos a serem tratados em sala de aula (ou outro ambiente sugerido pelo corpo docente) com nossos alunos (crianças e adolescentes).Quanto a isto, fico pensando no sucesso alcançado pela reforma na construção cidadã daqueles alunos que vivem em uma sociedade  sem propostas de reforma. Uma sociedade carente de boas intenções governamentais e ao mesmo tempo campeã em pagamento de impostos que não possuem retorno algum. Enfatizo aqui não estar levantando nenhuma bandeira partidária, muito menos referindo-me ao governo atual. O problema é histórico (História, aquela disciplina que querem reformar). Fico aqui pensando na falta de propostas de reforma na qualificação do professorado, por exemplo. Penso também na falta de propostas que incentivem egressos da educação básica a serem educadores. Pergunto-me quais seriam os principais incentivos a estes egressos... Alcanço várias respostas que poderiam, perfeitamente, ser tema de debate também no Ministério da Educação.

A escola é fundamental na construção cidadã do aluno. Porém, de forma majoritária em nossas instituições, o aluno fica no máximo 4 horas por dia no ambiente escolar. Isto quer dizer que as outras 20 horas compete à família do educando um desempenho educacional de qualidade (creio não estar cometendo nenhum exagero).  Partindo disto, pergunto-me novamente sobre o que mais, e de fato, tem de ser reformado... 

E ai, de que forma podemos ajudar?

Por Marcos Evaldt

Modernidade Líquida


Autor: Zygmunt Bauman.

Zygmunt Bauman é um dos pensadores contemporâneos que mais têm produzido obras que refletem os tempos contemporâneos. Nascido na Polônia em 1925, o sociólogo atualmente, vive na Inglaterra.
Bauman define 'modernidade líquida' como um momento em que a sociabilidade humana experimenta uma transformação que pode ser sintetizada nos seguintes processos: a metamorfose do cidadão, sujeito de direitos, em indivíduo em busca de afirmação no espaço social; a passagem de estruturas de solidariedade coletiva para as de disputa e competição; o enfraquecimento dos sistemas de proteção estatal às intempéries da vida, gerando um permanente ambiente de incerteza; a colocação da responsabilidade por eventuais fracassos no plano individual; o fim da perspectiva do planejamento a longo prazo; e o divórcio e a iminente apartação total entre poder e política.



Por Marcos Evaldt

História da Sexualidade: a vontade de saber


Autor: Michel Foucault.

A sexualidade tem sido bruscamente censurada, reprimida pela sociedade, depois de ter vivido em liberdade de palavras e atos? Segundo Foucault, a sociedade capitalista não obrigou o sexo a esconder-se. Ao contrário, desde o século XVI e principalmente a partir do último século, o sexo foi incitado a se confessar, a se manifestar. É justamente o poder que nos convida a enunciar nossa sexualidade através das dieversas instituições e saberes, como peça essencial de uma estratégia de controle do indivíduo, e da população que é característica da sociedade moderna.


Por Marcos Evaldt

O Contrato Social

Autor: Jean-Jacques Rousseau

Este livro influenciou diretamente a Revolução Francesa e os rumos da história.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, 1996


Desfile de 7 de Setembro. Vemos perfilados e desfilando crianças, provavelmente da Escola Langendonck, representando os dois times com maior torcida no sul do país: Grêmio e Internacional.

Sensacional!


Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 80

Vejamos esta sensacional horta feita pelos alunos da Escola Langendonck na época. Escola esta localizada no centro do município de Maquiné. Os alunos, aparentemente, são de séries iniciais. EMOCIONANTE!


Por Marcos Evaldt

Maquiné, 1926


Olha que espetáculo! 

Segundo informações, trata-se de uma procissão religiosa na data. Observemos ao fundo, dois famosos morros existentes na cidade, e que dá o aspecto peculiar da localidade.

Fonte da imagem: Cristiane Rosa, professora na cidade de Maquiné.



Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 70


SENSACIONAL RECORDAÇÃO!

Time de futsal na quadra da extinta Escola Cenecista Maquiné, que ocupava o atual prédio da Prefeitura Municipal.
Vemos na imagem o time da familia Mansan. Jogavam uma pelada todo final de semana na quadra da escola. 

ESCALAÇÃO:
Em pé, da esq. para dir.: Geraldo Mansan, André Mansan e Deni Gonçalves.
Agachados, da esq. para dir.: Aldo Mansan e Celso Mansan.

Fornecedor do registro: Aldo Mansan, professor da Escola Langendonck, em Maquiné.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 80


Vejamos na imagem uma turma de séries iniciais, da Escola Langendonck, do centro de Maquiné, existente até os dias atuais. Aparentemente, a turma era comandada por uma professora dedicada aos ofícios religiosos católicos na função de freira.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 60


SIMPLESMENTE SENSACIONAL!

Vemos na imagem um time amador que jogava nos finais de semana no não mais existente Campo da Estação, dos funcionários da Fepagro, local que fica próximo ao balneário municipal. A pelada acontecia todo final de semana. Aldo Mansan, fornecedor do registro e presente na fotografia, dizia ser um baita goleador nesta época. 

ESCALAÇÃO DO TIME:
Em Pé, esq. para dir.: Lério Machado, Sergio Machado, Nivaldo Machado, Toninho Carvalho, Alfeu Boff, Milton Vidor.

Agachados, esq. para dir.: Daltro Girardi, Aldo Mansan, Leonel Mansan, Geraldo Mansan, Dalmo dos Santos.

Fotografia fornecida por Aldo Mansan, professor de Educação Física.



Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 80


Veja na imagem como era o centro da cidade na época. Veja ao fundo, onde hoje é a famosa loja Anita, que na época era a também hoje famosa Eletrobopsin. Ambas situam-se atualmente no centro da cidade.
Nesta fotografia, vemos crianças, provavelmente ajustando os últimos detalhes para o desfile cívico ou para a procissão de Corpus Christi. As crianças, provavelmente da Escola Langendonck, são coordenadas por uma professora, aparentemente freira da Igreja Católica. 


Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 80


REPAREM NOS CALÇÕEZINHOS ! 

Sensacional! Jogo disputado no centro da cidade, na oportunidade. Ao fundo, percebe-se um famoso morro que pode ser visto da região central de Maquiné. Pelo que se vê, é um torneio realizado, onde disputa-se uma partida de vôlei entre um time de vermelho e um time de branco. E este menino de azul observa atentamente. Interessante analisarmos as vestimentas típicas da época. Interessante registro.


Por marcos Evaldt

Maquiné, década de 70


Todos os anos, no dia primeiro do ano, ocorria o jogo entre Pinheiro x Mansan. 
O time da foto abaixo, da década de 70 é o do Mansan.

Escalação do time:
Em pé, da esquerda para a direita: Pedro Baluk, Tavinho Cecconello, Geraldo Mansan, Carlinhos Dalsotto, Zeca, Lério Machado, Cleoni Mansan, Heitor Mansan.

Agachados, da esquerda para a direita: Tavino Mansan, Celso Mansan, Cleodir Mansan, Aldo Mansan, Nivaldo Machado, Osvaldo Mansan.

Foto fornecida por Aldo Mansan, professor da escola Langendonck, de Maquiné.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, século XX (ano?)


SENSACIONAL REGISTRO!
Pedimos a contribuição de quem conhecer alguém no registro e souber o ano da fotografia.

O rio que margeia a cidade nos dias atuais, conhecido, infelizmente, como "rio morto" e que deságua no rio Tramandaí, era utilizado antigamente como porto, onde saíam e chegavam mercadorias. 
Na fotografia, vemos trabalhadores transportando uma trilhadeira. Observa-se, nas margens, que não existia construções ainda.

Fotografia fornecida por Edmar Mansan.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, 1988


Semana da Pátria e desfile cívico na cidade.
Vemos na imagem uma turma de séries iniciais. Mais atrás, a professora. Seria esta turma da Escola Langendonck? Tudo leva a crer que sim. Reconhece-se alguns alunos? E a professora?
Lindas imagens! Sensacional! 



Por Marcos Evaldt

Paraty, Rio de Janeiro


(Centro Histórico). 

Foto de janeiro de 2016. Arquitetura colonial que denuncia a importância da cidade no século XVIII, durante o ciclo do ouro.


Por Marcos evaldt

Ouro Preto, Minas Gerais


(Centro Histórico). Foto de 2015.

Entrando no clima do Brasil colonial, vemos a Praça da Inconfidência. Arquitetura toda colonial nesta cidade símbolo do ciclo do ouro no Brasil. Ao fundo, Museu da Inconfidência. E, no centro da foto, um marco lembrando que no local foi exposta a cabeça de Tiradentes.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, 1994

BRANCO, ASSIS E RONALDINHO GAÚCHO NO CAMPO DO CRUZEIRO!!!


Isso mesmo que você leu! Este evento parou a cidade. Branco, logo após ser Tetra campeão com a seleção brasileira participou deste evento em Maquiné/RS. Cidade que hoje conta com pouco mais de 7 mil habitantes. 
O Trianon era um jogo beneficente que acontecia anualmente desde a década de 60, em que alguns craques jogavam a partida e a renda era doada para entidades. No ano da foto, compareceram no campo do Cruzeiro, além do Branco, os irmãos Assis Moreira, com Ronaldinho Gaúcho ainda muito jovem, apenas acompanhando seu irmão Assis.
Registro posto no Instagram de Branco, no ano de 2015. Agradecemos à nossa amiga Rochele Mansan por ter nos enviado o registro e também as informações.


Por Marcos Evaldt

Ouro Preto, Minas Gerais


Tradição dos oratórios nas casas de esquina.

Conta a tradição que a construção de oratórios nas fachadas das casas foi permitida pela Igreja para acalmar o pavor que dominou a população de Vila Rica (até 1823 a atual Ouro Preto chamava-se assim) no início do século 18. Vultos sinistros encapuzados, que desciam os morros à noite para cometer assaltos e roubos, eram confundidos com fantasmas pelos moradores de Vila Rica.


Por Marcos Evaldt

Paraty, Rio de Janeiro

No centro histórico de Paraty encontramos as famosas "namoradeiras", bonecas postas nas janelas das casas de arquitetura colonial.


Por Marcos Evaldt

Osório, 1923


Antiga Igreja Matriz de Conceição do Arroio (assim chamava-se Osório). À frente, guarnição militar na revolução de 1923.

Fonte: Livro Navegação lacustre Osório-Torres, de Marina Raymundo da Silva.


Por Marcos Evaldt

Osório, 1955


Vemos na imagem a famosa "rodoviária velha", utilizada ainda hoje, no centro da cidade. (prédio ao fundo).
ESPETACULAR !

Fonte: Rosane Fernandes de Souza.


Por Marcos Evaldt

Capão da Canoa, 1942


Barco a vapor, usado para trazer mantimentos de Porto Alegre e de Osório, que ficava ancorado na Barra do João Pedro ou no Porto da Camila, em Capão da Canoa, que funcionou de 1925 até 1966, onde hoje localiza-se a plataforma e a casa de bombas da CORSAN. 

Foto: Paulinho do Magistério.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, 2005


Vejamos uma imagem que representa a história do esporte no município!
SENSACIONAL! 
Uma matéria feita sobre o sucesso no atletismo do aluno Peter, da escola Langendonck.

Reportagem do jornal 'Momento', de 24 de dezembro de 2005.


Por Marcos Evaldt

Morro Alto, 1948

OLHEM SÓ QUE RELÍQUIA! Grande imagem encontrada! Olhem o meio de transporte utilizado na época. Em cima do veículo (onde encontram-se 3 homens), iam as malas e demais utensílios de carga dos passageiros. 
Este veículo fazia a linha Osório/ Morro Alto (olhem, está escrito no ônibus). 
IMAGEM REGISTRADA NO DESTINO, MORRO ALTO.

Fonte da imagem e informações: Facebook Memória Osoriense.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 80


Vejamos uma turma da famosa Escola Cenecista, que existia na época no centro da cidade, onde hoje é a Prefeitura Municipal. Olhemos uma professora à direita, o estilo das mesas e cadeiras, os dizeres no quadro.
Registro sensacional! 


Por Marcos Evaldt

Maquiné, 1961


Dia do índio na famosa Escola Langendonck !

Vemos na fotografia alunos do quinto ano com trajes que homenagearam os nativos do nosso Brasil.

Sensacional! 


Por Marcos Evaldt

Capão da Canoa, década de 70


Vista do Baronda, cartão postal da época. Nostalgia pura... 

Fonte: Rosane Fernandes de Souza.


Por Marcos Evaldt

MAQUINÉ, DÉCADA DE 70


Vejamos esta turma da Escola Langendonck desfilando no 7 de setembro. Observamos dois alunos carregando a placa da escola à frente. O desfile ocorreu no centro da cidade.

Sensacional!


Por Marcos Evaldt

Maquiné, anos 2000


Casa exótica, no centro da cidade, feita de barro, através de uma técnica diferente e interessante. Serve como Centro de Informações Turísticas e agora também como Casa do Artesão. A foto é deste ano. A construção foi feita em meados dos anos 2000.



Por Marcos Evaldt