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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

O Contrato Social

Autor: Jean-Jacques Rousseau

Este livro influenciou diretamente a Revolução Francesa e os rumos da história.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, 1996


Desfile de 7 de Setembro. Vemos perfilados e desfilando crianças, provavelmente da Escola Langendonck, representando os dois times com maior torcida no sul do país: Grêmio e Internacional.

Sensacional!


Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 80

Vejamos esta sensacional horta feita pelos alunos da Escola Langendonck na época. Escola esta localizada no centro do município de Maquiné. Os alunos, aparentemente, são de séries iniciais. EMOCIONANTE!


Por Marcos Evaldt

Maquiné, 1926


Olha que espetáculo! 

Segundo informações, trata-se de uma procissão religiosa na data. Observemos ao fundo, dois famosos morros existentes na cidade, e que dá o aspecto peculiar da localidade.

Fonte da imagem: Cristiane Rosa, professora na cidade de Maquiné.



Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 70


SENSACIONAL RECORDAÇÃO!

Time de futsal na quadra da extinta Escola Cenecista Maquiné, que ocupava o atual prédio da Prefeitura Municipal.
Vemos na imagem o time da familia Mansan. Jogavam uma pelada todo final de semana na quadra da escola. 

ESCALAÇÃO:
Em pé, da esq. para dir.: Geraldo Mansan, André Mansan e Deni Gonçalves.
Agachados, da esq. para dir.: Aldo Mansan e Celso Mansan.

Fornecedor do registro: Aldo Mansan, professor da Escola Langendonck, em Maquiné.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 80


Vejamos na imagem uma turma de séries iniciais, da Escola Langendonck, do centro de Maquiné, existente até os dias atuais. Aparentemente, a turma era comandada por uma professora dedicada aos ofícios religiosos católicos na função de freira.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 60


SIMPLESMENTE SENSACIONAL!

Vemos na imagem um time amador que jogava nos finais de semana no não mais existente Campo da Estação, dos funcionários da Fepagro, local que fica próximo ao balneário municipal. A pelada acontecia todo final de semana. Aldo Mansan, fornecedor do registro e presente na fotografia, dizia ser um baita goleador nesta época. 

ESCALAÇÃO DO TIME:
Em Pé, esq. para dir.: Lério Machado, Sergio Machado, Nivaldo Machado, Toninho Carvalho, Alfeu Boff, Milton Vidor.

Agachados, esq. para dir.: Daltro Girardi, Aldo Mansan, Leonel Mansan, Geraldo Mansan, Dalmo dos Santos.

Fotografia fornecida por Aldo Mansan, professor de Educação Física.



Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 80


Veja na imagem como era o centro da cidade na época. Veja ao fundo, onde hoje é a famosa loja Anita, que na época era a também hoje famosa Eletrobopsin. Ambas situam-se atualmente no centro da cidade.
Nesta fotografia, vemos crianças, provavelmente ajustando os últimos detalhes para o desfile cívico ou para a procissão de Corpus Christi. As crianças, provavelmente da Escola Langendonck, são coordenadas por uma professora, aparentemente freira da Igreja Católica. 


Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 80


REPAREM NOS CALÇÕEZINHOS ! 

Sensacional! Jogo disputado no centro da cidade, na oportunidade. Ao fundo, percebe-se um famoso morro que pode ser visto da região central de Maquiné. Pelo que se vê, é um torneio realizado, onde disputa-se uma partida de vôlei entre um time de vermelho e um time de branco. E este menino de azul observa atentamente. Interessante analisarmos as vestimentas típicas da época. Interessante registro.


Por marcos Evaldt

Maquiné, década de 70


Todos os anos, no dia primeiro do ano, ocorria o jogo entre Pinheiro x Mansan. 
O time da foto abaixo, da década de 70 é o do Mansan.

Escalação do time:
Em pé, da esquerda para a direita: Pedro Baluk, Tavinho Cecconello, Geraldo Mansan, Carlinhos Dalsotto, Zeca, Lério Machado, Cleoni Mansan, Heitor Mansan.

Agachados, da esquerda para a direita: Tavino Mansan, Celso Mansan, Cleodir Mansan, Aldo Mansan, Nivaldo Machado, Osvaldo Mansan.

Foto fornecida por Aldo Mansan, professor da escola Langendonck, de Maquiné.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, século XX (ano?)


SENSACIONAL REGISTRO!
Pedimos a contribuição de quem conhecer alguém no registro e souber o ano da fotografia.

O rio que margeia a cidade nos dias atuais, conhecido, infelizmente, como "rio morto" e que deságua no rio Tramandaí, era utilizado antigamente como porto, onde saíam e chegavam mercadorias. 
Na fotografia, vemos trabalhadores transportando uma trilhadeira. Observa-se, nas margens, que não existia construções ainda.

Fotografia fornecida por Edmar Mansan.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, 1988


Semana da Pátria e desfile cívico na cidade.
Vemos na imagem uma turma de séries iniciais. Mais atrás, a professora. Seria esta turma da Escola Langendonck? Tudo leva a crer que sim. Reconhece-se alguns alunos? E a professora?
Lindas imagens! Sensacional! 



Por Marcos Evaldt

Paraty, Rio de Janeiro


(Centro Histórico). 

Foto de janeiro de 2016. Arquitetura colonial que denuncia a importância da cidade no século XVIII, durante o ciclo do ouro.


Por Marcos evaldt

Ouro Preto, Minas Gerais


(Centro Histórico). Foto de 2015.

Entrando no clima do Brasil colonial, vemos a Praça da Inconfidência. Arquitetura toda colonial nesta cidade símbolo do ciclo do ouro no Brasil. Ao fundo, Museu da Inconfidência. E, no centro da foto, um marco lembrando que no local foi exposta a cabeça de Tiradentes.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, 1994

BRANCO, ASSIS E RONALDINHO GAÚCHO NO CAMPO DO CRUZEIRO!!!


Isso mesmo que você leu! Este evento parou a cidade. Branco, logo após ser Tetra campeão com a seleção brasileira participou deste evento em Maquiné/RS. Cidade que hoje conta com pouco mais de 7 mil habitantes. 
O Trianon era um jogo beneficente que acontecia anualmente desde a década de 60, em que alguns craques jogavam a partida e a renda era doada para entidades. No ano da foto, compareceram no campo do Cruzeiro, além do Branco, os irmãos Assis Moreira, com Ronaldinho Gaúcho ainda muito jovem, apenas acompanhando seu irmão Assis.
Registro posto no Instagram de Branco, no ano de 2015. Agradecemos à nossa amiga Rochele Mansan por ter nos enviado o registro e também as informações.


Por Marcos Evaldt

Ouro Preto, Minas Gerais


Tradição dos oratórios nas casas de esquina.

Conta a tradição que a construção de oratórios nas fachadas das casas foi permitida pela Igreja para acalmar o pavor que dominou a população de Vila Rica (até 1823 a atual Ouro Preto chamava-se assim) no início do século 18. Vultos sinistros encapuzados, que desciam os morros à noite para cometer assaltos e roubos, eram confundidos com fantasmas pelos moradores de Vila Rica.


Por Marcos Evaldt

Paraty, Rio de Janeiro

No centro histórico de Paraty encontramos as famosas "namoradeiras", bonecas postas nas janelas das casas de arquitetura colonial.


Por Marcos Evaldt

Osório, 1923


Antiga Igreja Matriz de Conceição do Arroio (assim chamava-se Osório). À frente, guarnição militar na revolução de 1923.

Fonte: Livro Navegação lacustre Osório-Torres, de Marina Raymundo da Silva.


Por Marcos Evaldt

Osório, 1955


Vemos na imagem a famosa "rodoviária velha", utilizada ainda hoje, no centro da cidade. (prédio ao fundo).
ESPETACULAR !

Fonte: Rosane Fernandes de Souza.


Por Marcos Evaldt

Capão da Canoa, 1942


Barco a vapor, usado para trazer mantimentos de Porto Alegre e de Osório, que ficava ancorado na Barra do João Pedro ou no Porto da Camila, em Capão da Canoa, que funcionou de 1925 até 1966, onde hoje localiza-se a plataforma e a casa de bombas da CORSAN. 

Foto: Paulinho do Magistério.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, 2005


Vejamos uma imagem que representa a história do esporte no município!
SENSACIONAL! 
Uma matéria feita sobre o sucesso no atletismo do aluno Peter, da escola Langendonck.

Reportagem do jornal 'Momento', de 24 de dezembro de 2005.


Por Marcos Evaldt

Morro Alto, 1948

OLHEM SÓ QUE RELÍQUIA! Grande imagem encontrada! Olhem o meio de transporte utilizado na época. Em cima do veículo (onde encontram-se 3 homens), iam as malas e demais utensílios de carga dos passageiros. 
Este veículo fazia a linha Osório/ Morro Alto (olhem, está escrito no ônibus). 
IMAGEM REGISTRADA NO DESTINO, MORRO ALTO.

Fonte da imagem e informações: Facebook Memória Osoriense.


Por Marcos Evaldt

Maquiné, década de 80


Vejamos uma turma da famosa Escola Cenecista, que existia na época no centro da cidade, onde hoje é a Prefeitura Municipal. Olhemos uma professora à direita, o estilo das mesas e cadeiras, os dizeres no quadro.
Registro sensacional! 


Por Marcos Evaldt

Maquiné, 1961


Dia do índio na famosa Escola Langendonck !

Vemos na fotografia alunos do quinto ano com trajes que homenagearam os nativos do nosso Brasil.

Sensacional! 


Por Marcos Evaldt

Capão da Canoa, década de 70


Vista do Baronda, cartão postal da época. Nostalgia pura... 

Fonte: Rosane Fernandes de Souza.


Por Marcos Evaldt

MAQUINÉ, DÉCADA DE 70


Vejamos esta turma da Escola Langendonck desfilando no 7 de setembro. Observamos dois alunos carregando a placa da escola à frente. O desfile ocorreu no centro da cidade.

Sensacional!


Por Marcos Evaldt

Maquiné, anos 2000


Casa exótica, no centro da cidade, feita de barro, através de uma técnica diferente e interessante. Serve como Centro de Informações Turísticas e agora também como Casa do Artesão. A foto é deste ano. A construção foi feita em meados dos anos 2000.



Por Marcos Evaldt

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Presente de Natal do Quero História

Natal e Ano Novo chegando e o Quero História na net preparou um presente pra você: um vídeo com as imagens mais curtidas do ano de 2015 da Fan Page Quero História na net, do Facebook.

Assista:
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Por Marcos Evaldt

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Ouro Preto: uma fantástica volta ao passado

Do dia 25 de julho a 01 de agosto de 2015 estive em Ouro Preto, cidade do estado de Minas Gerais. Conhecer esta cidade já era um sonho antigo: falar em Ouro Preto é falar na história do Brasil colonial. A primeira capital do Brasil, Salvador, representou a força da economia açucareira brasileira. E, também por questões político-econômicas, a capital do Brasil desloca-se, no século 18, para o sudeste, mais precisamente na cidade do Rio de Janeiro. Esta mudança ocorre no contexto do ciclo do ouro, que tinha como cidade nuclear a famosa Vila Rica (atual Ouro Preto). Entretanto, devemos ficar atentos ao seguinte: Há exagero em dizer que a extração do ouro liquidou a economia açucareira do Nordeste. Ela já estava em dificuldades vinte anos antes da descoberta do ouro e, como vimos, não morreu. (FAUSTO, 2013, p. 87).
Para Vila Rica iam pessoas que sonhavam com uma vida de luxo: queriam enriquecer com o ouro lá existente. Mas é claro, hoje sabe-se que o sistema do ouro no Brasil colonial foi muito complexo (fiscalização, casas de fundição, revoltas populares, escravidão etc.).
Pretendo aqui sugerir a todos a visita a esta cidade. É realmente um mundo diferente: Respira-se o passado. É claro que, anteriormente à ida, estudei o que lá tinha de mais “top” na questão de história. Chegando lá, foi apenas curtir o desfrute do momento. Outras coisas, fiquei sabendo lá mesmo que existiam. E, é claro, os guias estão por toda a parte para te dar informações. É uma cidade muitíssimo receptiva. A população sabe acolher os turistas. Interessante também é que o centro histórico conserva, integralmente, a arquitetura colonial. Bancos, lojas, mercados, tudo fica em um espaço físico com arquitetura setecentista ou oitocentista (séculos 18 e 19, respectivamente). Um exemplo: dormi em um albergue que sua estrutura originária tinha 250 anos, aproximadamente. Ao lado do albergue, onde hoje há um restaurante, no século 18 era uma senzala. Você está caminhando pela cidade e, de repente, passa por uma casa onde há uma placa dizendo: “Aqui morou Tiradentes”. O passeio foi mágico. Antes das fotos, vamos a um breve entendimento histórico sobre a atual cidade de Ouro Preto.

A origem de Ouro Preto está no arraial do Padre Faria, fundado pelo bandeirante Antônio Dias de Oliveira, pelo Padre João de Faria Fialho e pelo Coronel Tomás Lopes de Camargo e um irmão deste, por volta de 1698.
Pela junção desses vários arraiais, tornando-se sede de conselho, foi elevada à categoria de vila em 1711 com o nome de Vila Rica. Em 1720 foi escolhida para capital da nova capitania de Minas Gerais. Em 1823, após a Independência do Brasil, Vila Rica recebeu o título de Imperial Cidade, conferido por D. Pedro I do Brasil, tornando-se oficialmente capital da então província das Minas Gerais e passando a ser designada como Imperial Cidade de Ouro Preto. Em 1839 foi criada a Escola de Farmácia e em 1876 a Escola de Minas. Foi sede do movimento revolucionário conhecido como Inconfidência Mineira. Foi a capital da província e mais tarde do estado, até 1897. A antiga capital de Minas conservou grande parte de seus monumentos coloniais e em 1933 foi elevada a Patrimônio Nacional, sendo, cinco anos depois, tombada pela instituição que hoje é o IPHAN. Em 5 de setembro de 1980, na quarta sessão do Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO, realizada em Paris, Ouro Preto foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade.
Em 1897 Ouro Preto perde o status de capital mineira, especialmente por não apresentar alternativas viáveis ao desenvolvimento físico urbano, sendo a sede transferida para o antigo Curral Del’Rey (onde uma nova cidade, Belo Horizonte, planejada e espaçosa, estava sendo preparada). 



O ESTILO DAS RUAS DE OURO PRETO, O QUAL MANTÉM O ESTILO COLONIAL

                           

OBJETOS FEITOS EM PEDRA-SABÃO (ESTEATITO): MATERIAL MUITO UTILIZADO PELOS ARTESÃOS DE OURO PRETO
                                          


PRAÇA DA INCONFIDÊNCIA: "CENTRÃO" DA CIDADE. NAQUELE MARCO DIZEM QUE FOI EXPOSTA A CABEÇA DE TIRADENTES



NORMAL EM OURO PRETO: IGREJA COM INTERIOR DECORADO COM OURO



                              PONTE EM ESTILO ROMANO




ORATÓRIOS SÃO NORMAIS EM TODO O CENTRO HISTÓRICO




FAMOSO MUSEU DA INCONFIDÊNCIA





Bibliografia utilizada no texto:
FAUSTO, Boris. História do Brasil. 14 ed. atual. e ampl. São Paulo: Editora da Universidade de São paulo, 2013.

Por Marcos Evaldt

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Aula nota 10

Este espaço será reservado a professores que querem sugestões de aulas, não apenas de História, mas também de todas as disciplinas, pois os métodos aqui apresentados podem, por que não, adequar-se às outras matérias.

Por Marcos Evaldt